16 de abril de 2010

Entrevista Vitor Rodrigues do Torture squad


Engraçado como as tecnologias parecem inibir as fronteiras antes quase instransponíveis. Falando com meus amigos Izaak e Leandro, disse isso, que particularmente a internet nos dá possibilidades muito vastas. Digo isso porque a internet me ajudou totalmente nessa entrevista.
Então sem mais delongas segue abaixo minha entrevista com Vitor Rodrigues, vocal do Torture squad.



Renato Batista: O que o público pode esperar do disco “Aequilibrium"? Por que a idéia de regravar a música The Unholy Spell?
Vitor Rodrigues: 
O público pode esperar mais um disco feito com muita vontade, garra e metal e a idéia de regravar a música The Unholy Spell foi para galera lá de fora conhecer nossos trabalhos mais antigos.

Renato Batista: Como foi o processo de gravação do disco? Quanto tempo durou desde as primeiras composições até a mixagem?
Vitor Rodrigues:  
O processo não foi muito diferente que os anteriores, a diferença é que gravamos o álbum no Norcal Studio junto com os produtores Brendan Duffey e Adriano Daga, e foi feito em um ambiente descontraído e tranqüilo. O tempo é difícil precisar porque estamos sempre compondo e fica difícil estabelecer onde foi o início do álbum.

Renato Batista: Depois do lançamento do disco na Europa, EUA e América do Sul no início do segundo semestre, a banda espera entrar em uma grande turnê?
Vitor Rodrigues: 
Sim, esse é o plano. Já estamos em contato com os promotores internacionais e quando chegar a hora estaremos preparados para começar a turnê nesses continentes.

Renato Batista: Depois de fazer shows em tantos países, observar tantos públicos. qual público é o mais devastador durante os shows?
Vitor Rodrigues: 
Difícil porque cada público tem a sua peculiaridade. Os headbangers brasileiros são insanos e posso citá-los como sendo o mais devastador do planeta.

Renato Batista: Sei que vocês já dividiram o palco com bandas como: Anthrax, Dimmu Borgir, Kreator, Monstrosity, Exodus, etc. Mas qual foi a banda que mais marcou pra vocês ter tocado juntos? E quais ainda não tocaram e têm o sonho de dividir o palco?
Vitor Rodrigues: 
Difícil também (risos). Creio que foi a turnê que fizemos com o Overkill e o Exodus. Toda noite era uma aula de metal e fizemos a maior festa no palco quando o Exodus tocou Toxic Waltz. Entramos no palco e nos divertimos com os caras. Outro fato marcante foi nesse mesmo festival eu participei cantando a Roots Bloody Roots juntamente com o Max Cavalera e o Soufly. E bandas que a gente gostaria de dividir o palco posso citar Metallica, Slayer, Megadeth, Testament... e por aí vai...

Renato Batista: Vencer o Metal Battle do W.O.A. em 2007 possibilitou ao Torture Squad ser a única banda brasileira presente no DVD triplo do registro do festival em sua 18ª edição. Para vocês como é representar não só o Brasil, mas também a América do Sul no meio de tantas bandas boas?
Vitor Rodrigues: 
Uma grande honra. Fomos no intuito de achar um contato para podermos lançar nosso álbum Hellbound mas no final fomos vencedores do evento e isso ajudou muito porque com a vitória conseguimos enfim assinar um contrato com uma gravadora internacional, a Wacken Records.

Renato Batista: Deixo o espaço para o Torture Squad mandar uma mensagem ao público pernambucano e nordestino.
Vitor Rodrigues: 
Quero agradecer imensamente a todos os headbangers nordestinos toda essa força e fidelidade ao Torture Squad. Continuamos batalhando para alcançar nossos objetivos e tendo vocês nos apoiando só aumenta a vontade de subir no palco e detonar.

Renato Batista: Até a próxima cara, valeu e parabéns pelo trabalho.
Vitor Rodrigues: 
Valeu Renato e muito sucesso pra você.

Autoria: Renato Batista

2 comentários:

Marina SN disse...

ficou mto boa a entrevista
parabens renato!

Renato Batista disse...

só foi boa porque Vitor é um cara muito legal e simpático

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